ALEGRE AO PAI!


Como é bom alegrar o coração do Pai.
Quando fazemos a sua obra, essa alegria transborda de maneira tão significante que nada pode nos abalar.
Fazer a obra... Até que ponto entendemos isso, em sua profundidade.
Muitos acreditam que usar um crachá, ou qualquer outro tipo que o identifique em um ministério, já significa que está completamente envolvido na obra.
Para entendermos isso, vamos começar do início. Em primeiro lugar temos que orar a Deus, pedindo a Ele que nos direcione e testifique nosso chamado, ou seja, onde Ele quer nos usar.
Ele nos chamou e nos separou. Ele sabe onde podemos ser usados porque Ele nos capacita!
A certeza de nosso chamado se dá quando colocamos em prática o que Deus nos confirma em oração!
Quando começamos a ser realmente usados por Deus, a alegria que sentimos transborda de maneira aparente. O sorriso não sai de nossos rostos, nossas atitudes e semblantes refletem a presença do Senhor, em nós!
Por mais estreito que seja andarmos e permanecermos no caminho do Senhor, sabemos o quanto vale a pena. E quando permitimos ser usados por Ele e passamos a ver os frutos gerados pelo teu Espírito Santo.
Não deixe de falar do amor e da verdadeira liberdade conquistada em Cristo Jesus: esse é nosso maior tesouro!
A cada dia se torna é mais nítido a carência que as pessoas têm em relação ao verdadeiro sentido do amor de Deus.
Vemos que hoje é muito mais fácil encontrarmos pessoas desacreditadas do que esperançosas em relação a verdadeira existência de Deus.
Diante de tantos acontecimentos e notícias que nos cercam, se não vivermos com base nos princípios da Palavra de Deus, nos perdemos e nos tornamos cada vez mais descrentes.
Como cristãos nosso dever é levar a boa notícia ao mundo, de que para vivermos em plenitude com o Criador temos que aprender a nos relacionar com Ele. O mundo sempre nos pregou que temos que ter “alguma religião”, mas Jesus não nos deixou isso. Pelo contrário, Ele nos deixou teu Espírito Santo consolador para termos um relacionamento com Ele, sem placas ou denominações, apenas obediência e sacrifício.
O filho do Deus altíssimo se entregou a morte por cada um de nós, para que realmente tivéssemos vida. Ele teve escolha entre morrer ou não. Esse livre arbítrio está a nossa disposição, hoje!
Até que ponto estamos morrendo para nós mesmos para vivermos o melhor Dele? Será que somos capazes de nos entregarmos como sacrifício vivo? Que tendo testificado nosso chamado, estamos fazendo-o com amor?
Envolva-se! Permita-se!
Você nunca mais será o mesmo!

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